Todos à uma começaram a escusar-se

No Evangelho de Lucas lemos:

Jesus contava a famosa parábola da grande ceia, em que um pai de família preparou uma grande festa e começou a anunciar seu convite.

Essa breve estória é uma profecia a respeito da grande salvação preparada por Deus Pai, para a qual o Espírito Santo tem convidado a toda a humanidade para participar.

Nosso ponto aqui é: Todos – TODOS, SEM EXCEÇÃO – à uma, isto é, tinham uma mesma opinião e uma mesma atitude perante o generoso convite daquele rei: ESCUSAS.

A Palavra afirma que Deus, olhando do céu, não viu um justo sequer. Nem eu, nem você. Ninguém. Todos, sem exceção, temos uma escusa, uma desculpa para apresentar ao Senhor. Temos “coisa melhor a fazer” – pelo menos é no que naturalmente acreditamos. Temos nossos campos, bois, amores e aventuras a tentar nos convencer de que este mundo, tão fugaz, pode fazer frente aos benefícios do banquete eterno preparado por quem nos conhece e nos ama como ninguém.

Digo “naturalmente” porque só a ação sobrenatural do Espírito Santo em nosso endurecido coração pode nos fazer voltar para Deus e buscar Seu favor. Se deixados por nossa própria conta, nos limitaremos a disfarçar nossa rebeldia natural com escusas – e, como dizemos aqui no Brasil, as mais esfarrapadas…

Sejamos francos para com Deus (e para conosco também!) e confessemos a Deus nossas culpas. Vamos quebrar essa espécie de “tradição” maligna, iniciada em Adão, de apresentar ao Senhor argumentos ao invés de confissão.

Se confessarmos os nossos pecados, escreveu o apóstolo João, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.

O cerne, o miolo, da escusa (desculpa) é: eu não pequei. O cerne da confissão é: eu pequei.

Entendeu?

4 comentários sobre “Todos à uma começaram a escusar-se

  1. O homem quando é convidado para uma festa, o homem natural, logo imagina e sabe até como vai ser. O homem natural não conhece a festa que está preparada para ele. Mas louvado seja o nome do senhor porque hoje somos ESPIRITUAIS e discernimos as coisas do Espírito.
    As festas do mundo as vezes demoram a acontecer e, ainda assim, o homem natural espera por elas. Mas o homem espiritual vive esta festa, esse banquete todos os dias.
    Amém

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