Importa, porém, caminhar hoje, amanhã, e no dia seguinte

O ministério de Jesus já havia se tornado notável e Ele estava famoso por toda a terra de Israel. Vinham pessoas de todos os lados para conhecê-Lo e ouvir os ensinamentos, além de ver os sinais que Ele fazia. Os debates com os religiosos de Sua época também eram já famosos e todos já tinham uma opinião a respeito daquela tão curiosa figura.

Mas o texto bíblico que dá nome a este post mostra que, na cabeça dEle havia um PLANO, um PROJETO, que O norteava. Ainda que os sinais, os ensinos e os debates fizessem parte importante da Obra que Ele estava realizando, a DINÂMICA era de fundamental importância. Ele afirmou que precisava estar no lugar certo, na hora certa: em Jerusalém ao terceiro dia.

Na Obra do Senhor temos muitas atividades importantes no dia a dia, porém precisamos ter a certeza de que estamos progredindo em relação à Nova Jerusalém. Como profetas (nós, que anunciamos a Palavra do Senhor pelo Espírito Santo), não podemos morrer fora de Jerusalém. Morrer fora de Jerusalém seria morrer de modo errado, uma vez que era em Jerusalém que se realizavam as execuções pelo método romano de crucificação.

Jesus não podia morrer em outro lugar, ou de outra maneira, como apedrejado, por exemplo. Isso prejudicaria muito o Projeto do Pai. Vejam que Jesus não fala de estar no terceiro dia em Jerusalém para escapar, pelo contrário, Ele falava que devia morrer ali.

Cumprir o Projeto de Deus em nossa vida não é viver em busca de escapar de lutas e sofrimentos. Seria cômodo para o Mestre ficar nas pequenas aldeias de Israel, desfrutando de sua fama e prestígio. Mas Deus tinha um Projeto e o compromisso do Senhor Jesus era, ao fim e ao cabo, com esse Projeto. Cumprir o Projeto de Deus é avançar, na direção e no tempo estabelecido por Ele na Eternidade a nosso respeito. Esse era o compromisso principal do Salvador. E precisa ser o nosso também.

E o seu compromisso, qual é?

A cura da sogra de Pedro

Esta é uma história bem conhecida, fala da sogra do apóstolo Pedro que, em uma das ocasiões em que Jesus vai até à sua casa, encontrava-se ali com muita febre, conforme descreve o evangelista Marcos no seu registro (Mc. 1:30).

É muito interessante pensar sobre o que é a febre. Ela é o resultado de um processo interior do organismo, o indício de que o corpo está lutando contra uma situação anormal, que pode trazer danos à saúde como um todo e que precisa ser sanada. Quando estamos com febre, acontece uma verdadeira luta interna, que prejudica todo nosso labor externo. É como se nosso corpo apontasse todas as suas forças para dentro de si mesmo e acabassem faltando energias para todas as demais atividades.

Em certas ocasiões, também é assim com a nossa vida espiritual: nos voltamos para dentro de nós para tentar encontrar soluções de problemas que nos afligem internamente. Isso, porém, prejudica todas as demais atividades do nosso servir. Enquanto lutamos internamente, quando essa luta chega a um determinado grau de intensidade, até mesmo nosso serviço que prestamos ao Senhor pode sofrer prejuízo e isso chama a atenção do Senhor Jesus para o nosso estado.

Há um ponto interessante aqui: diz a Bíblia que “rogaram por ela ao Senhor”. Talvez nem mesmo forças para pedir auxílio ao Senhor Jesus aquela mulher tivesse, à essa altura. Mas ela foi beneficiada por aqueles que a amavam e se importavam com ela. Assim também acontece conosco, quando os irmãos, a Igreja, oram por nós, quando levam nossa luta ao conhecimento do Senhor em orações e súplicas. Jesus atentou de maneira especial para ela naquela ocasião e cuidou daquilo que a levava àquele estado. Jesus curou aquela mulher atendendo à intercessão dos demais.

Quantas orações dos servos de Deus direcionaram a atenção do Senhor Jesus para várias necessidades de outras pessoas! Pode ser que você, leitor, esteja hoje numa luta interior e a nossa súplica ao Senhor Jesus é pela sua vida, para que tenha sua saúde – física e espiritual – restaurada e possa voltar a servir, com alegria, na casa do Senhor.

Outro detalhe interessante é que, segundo Marcos, uma vez repreendida a febre, o próprio Senhor a tomou pelas mãos e a pôs de pé. Se você, em meio a lutas e aflições não encontra forças para estar de pé, o Senhor Jesus pode tomá-lo pelas mãos, trazer a cura que necessita e erguê-lo na presença d’Ele.

Logo abaixo do registro em questão, ainda no mesmo capítulo do Evangelho de Marcos, lemos que depois de curar ali na casa de Pedro, o Senhor operou, na vida de muitos que chegaram ali, grandes maravilhas, curas e sinais. Assim, antes de acontecerem essas muitas maravilhas, foi necessário primeiro sarar a casa do apóstolo. Quem sabe se o que o Senhor Jesus estará operando em sua vida é uma etapa que antecederá muitas maravilhas que Deus deseja realizar na vida dos que se chegarem à sua casa, a partir de hoje? Que assim seja!

O mistério do rei Nabucodonosor

Em Daniel capítulo 02 encontramos a história de Nabucodonosor, rei de Babilônia, que em certa ocasião ficou muito abalado com um sonho que teve e, na sua aflição, tentou entendê-lo usando todos os recursos que estavam à sua disposição. Consultou astrólogos, sábios, entendidos, cientistas e a tudo que seu poder lhe permitia.

Nada disso, porém, satisfazia o incômodo que lhe pesava o coração. Queria que os explicadores lhe trouxessem um diagnóstico que lhe permitisse saber de onde vinha sua aflição. Porém nenhum de seus ajudadores lhe atendia e o rei começou a perceber que estavam tentando iludir sua mente com artifícios mentirosos. Na sua ira, o rei decidiu acabar com todos os sábios de Babilônia.

Porém antes disso, um dos sábios que moravam na cidade e estavam ao serviço do rei, um judeu chamado Daniel, lhe procurou e disse que há no céu um Deus que é revelador de mistérios. Esse Daniel, um servo do Deus altíssimo, depois de orar e buscar a face do Senhor, volta à sua presença com uma palavra revelada, esclarecendo o enigma. Aquele sábio justo não só lhe falou da origem de sua aflição , como também relatou os planos divinos para sua vida e, num sentido mais amplo, para o futuro da humanidade.

De certa maneira, essa história se repete ainda hoje. O homem, assim como o rei, por mais honra e distinção que possua, traz em si um enigma, um mistério que lhe foi plantado por Deus em seu coração. Algo que transcendia ao próprio rei, algo ligado à eternidade. Deus colocou a eternidade no coração do homem, diz a Bíblia. Mas essa eternidade é um enigma para ele, um mistério.

Outro rei bíblico, Davi, escreveu o seguinte em um de seus salmos: “a minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Salmo 42:1). Ele toca em um fato muito importante da vida do homem: existe uma alma e ela tem sede.

Às vezes, confusos, tentamos saciar a sede da alma com elementos que saciam o corpo, porém em vão. Esse enigma está escondido por Deus no coração de todo ser humano. Alguns charlatões às vezes nos oferecem uma solução mentirosa, mas trazida em suaves e bem escolhidas palavras. Nabucodonosor não se deixou impressionar e decidiu acabar com todo sábio em Babilônia. Muitos hoje também, percebendo a multidão de enganadores, colocam todos debaixo de uma mesma regra e fecham seus ouvidos a qualquer que chega com uma resposta.

Daniel pediu ao rei uma oportunidade e nós aqui estamos para que você também nos permita falar sobre o Deus que se revelou a nós. Por isso a afirmação de Daniel é muito pertinente: o Senhor é o Revelador de mistérios. Deus tem prazer nisso e o homem que buscar ao Senhor vai descobrir esse mistério.

O que Daniel mostra a Nabucodonosor era a revelação que Deus estava lhe dando sobre um reino humano, com toda sua imponência, força e também sua fragilidade. Parte do segredo, do mistério, trata da temporalidade do homem e de seu reino, apesar do aparente progresso.

Um outro reino se levanta, então, como uma pedra cortada sem mãos, vem do Alto, da presença do Todo-Poderoso, para se estabelecer para sempre, um reino eterno. Aquilo repentinamente ganhou sentido na mente e no entendimento do rei e ele se prostra diante de Daniel, entendendo que o Deus de Daniel se revelara a ele.

Que estas poucas palavras ganhem sentido também em seu coração, leitor: A estrutura humana – assim como representada na estátua do sonho do rei – ainda que seja imponente, é muito, muito frágil. Deus está estruturando um Reino Eterno. A pedra, que o rei viu em seu sonho, representa o Senhor Jesus, cujo Reino se estabelecerá para sempre. E Ele quer que você faça parte dele.

Qual dentre vós será o homem?

Em certa ocasião, Jesus estava em uma sinagoga e viu ali um rapaz que tinha uma de suas mãos mirrada. Ele o chamou para o meio e disse aos demais que ali estavam:

O dia de sábado, dentro da cultura religiosa de Israel, era dedicado ao descanso. Mas o Senhor mostrava que um homem responsável, que tem compromisso com as ovelhas que lhe foram confiadas, não pode descansar enquanto houver uma delas presa, limitada de alguma maneira, ou ainda correndo risco de morrer. Ainda que todos os demais estejam fazendo isso.

Ainda que seja “tempo de descanso” para muitos, para a Igreja Fiel é tempo de resgatar os que estão presos em covas. Em certas situações, a cova será tão funda que será necessário descer a ela para ajudar a suspender a pobre e desesperançada ovelha.

Para entender isso temos o melhor dos exemplos. O Senhor Jesus, quando todos estavam impedidos de lutar pela humanidade, quando não havia quem socorresse a ovelha, desceu até à cova dela – literalmente – e de lá nos tirou, a todos os que creem em Seu nome e em Sua obra redentora.

Por isso hoje repetimos aqui a pergunta do Senhor Jesus: “Qual dentre vós será o homem”? “Quem há”, pergunta o Todo-Poderoso, “de ir por nós?” (Isaías 6:8).

A Igreja Fiel, cheia do Espírito Santo, pergunta também assim: qual será esse homem? Que trabalha enquanto os demais descansam. Que se preocupa enquanto os demais festejam. Que desce ao nível do problema das ovelhas para entendê-las melhor, para enxergar do ponto de vista delas?

Depois de dizer isso, Jesus curou o homem, que agora tem ambas as mãos aptas para o trabalho. O Senhor o destacou dentre os demais para que agora aquele homem, uma ovelha restaurada, pudesse fazer o mesmo, ir em socorro das demais que ainda estão presas e precisam de ajuda para escapar.

Como diz o antigo louvor cristão: “Podes tu também dizer: sou um dos tais?”.

Faça as perguntas corretas

Em Lucas cap. 14 lemos sobre o diálogo do Senhor Jesus com os religiosos de sua época. No verso 6, o evangelista registra que os homens “nada podiam replicar sobre isso”, sobre as perguntas que o Mestre lhes fazia.

Creio que ainda hoje acontece da mesma maneira e penso que sei, em parte, a razão de acontecer. Não sabemos as respostas que precisamos dar por não saber fazer as perguntas corretas.

Ao redirecionar o raciocínio daqueles homens com as perguntas corretas, Jesus mostra a eles o quão distantes estavam de pensar corretamente. “Que comeremos?” ou “com que nos vestiremos?” Tais questionamentos pareciam medíocres aos olhos do Pai da Eternidade. É dessa perspectiva que Ele quer que olhemos as coisas à nossa volta.

“De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro?” Quantas vezes as pessoas pensam assim: ganhar mais e mais e mais… – e não consideram que estão perdendo suas almas imortais, o primeiro e mais precioso presente de Deus ao homem?

“Quando o Filho do Homem vier, porventura achará fé na Terra?” Quem poderia imaginar que Ele, ao voltar, haveria de procurar isso, fé? Seria racional pensar que Ele estaria em busca de nossas realizações, nossos feitos e sacrifícios pessoais, mas não. Pense então – e se pergunte: qual o real valor da fé? Por que ela deveria ser uma prioridade?

Vemos nisso a importância da leitura da Palavra de Deus. Ela nos instiga a fazer as perguntas certas e alinhar nossos valores aos valores de Deus.

Se conseguirmos melhorar nossas perguntas – e a Bíblia nos mostra o que vale a pena tentar – poderemos encontrar respostas maravilhosas, que darão novo sentido ao nosso viver. Afinal, o propósito de Deus é encobrir e o do homem, descobrir (Provérbios 25:2).

E você, estará fazendo as perguntas certas a Deus? Pense nisso.

O esconderijo do Altíssimo

Todo ser humano, depois de deixar o seio materno, anseia por segurança e a busca com todas as forças. Mas, diante de um mundo cheio de violência e maldade, haveria algum lugar que poderia nos dar isso, de maneira absoluta? Não está toda a terra contaminada com o pecado e a agressividade humana? Por isso a maioria de nós segue se contentando com uma segurança parcial, que sempre deixa uma ponta de receio no coração, seja eu um homem simples e pobre ou um sofisticado bilionário.

Para o povo de Israel, havia um lugar pelo qual todo judeu lutaria, até que restasse um só deles, lutaria até à própria morte, para proteger. Esse lugar era o templo em Jerusalém. Isso porque o templo era o coração da cidade, que era o coração do país. Se tal lugar fosse ocupado pelos inimigos, a nação estaria, de fato, morta. Por isso, o santuário – a parte mais interna do templo israelita – poderia ser considerado o lugar mais seguro em Israel.

Claro que nem todo mundo poderia se abrigar ali, havia regras rígidas acerca de quem poderia acessar tal refúgio. Somente o sumo-sacerdote – e apenas uma vez ao ano – poderia entrar ali. Porém não era apenas refúgio que tal felizardo encontraria no recôndito do santíssimo, assim chamado. Segundo a Bíblia, Deus falava naquele lugar secreto.

Tal acesso ficou, portanto, extremamente restrito, até ao dia em que o Senhor Jesus Cristo foi morto, na cruz, nos arredores da cidade. Naquele momento, quando Ele expirou, o véu do templo – uma cortinada espessa que delimitava a entrada do santíssimo – rasgou-se de alto a baixo, tornando aquele esconderijo acessível a todos os homens.

Claro que tudo isso carrega um simbolismo muito profundo e é seu sentido profético que nos interessa. O lugar mais seguro da Terra é, de fato, a presença de Deus. Mas isso não é um ponto geográfico, não pode ser mapeado pelo GPS. Trata-se mais de um posicionamento do que de uma posição.

Uma vez aberto o acesso à presença do Deus Santo, resta-nos entrar, com ousadia, além do véu, confiados numa aliança proposta pelo próprio Senhor e no sangue que a selou de uma vez por todas, o sangue de Jesus.

A Bíblia se refere a isso de muitas maneiras, muitas vezes. Quero deixar uma, para nossa consideração: o “esconderijo do Altíssimo”, mencionado no famoso salmo 91. Não é um lugar a se visitar, existe para nossa habitação. Ali estamos seguros, descansados e aconselhados.

O que se achega a Ele pode contar com Sua proteção, pois “debaixo de Suas asas estarás seguro” (vs. 4 do mesmo salmo).

Sim, a presença do Senhor é o lugar mais seguro da Terra.

Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas

Alcançar a vida eterna é o objetivo maior que a nossa existência pode (e deve) buscar.

A vida eterna é que dá razão e sentido ao nosso viver temporal, afinal: “…de que vale ao homem ganhar o mundo inteiro se perder sua alma”?

Devido à nossa incapacidade de adquirir a salvação, o Senhor a tornou gratuita, afinal, como diz o salmista: “a redenção de sua alma é caríssima, seus recursos se esgotariam antes” Salmo 49:8.

Mas ainda que seja gratuita, um dom de Deus, essa salvação não é um dom incondicional, isto é, não é algo que não exija nenhuma contrapartida de nós. É o resultado, o benefício de uma aliança feita com o Senhor. Uma aliança na qual Ele é perfeitamente fiel, portanto não há porque duvidar de que Ele cumprirá Sua parte no acordo.

Sendo assim, o único jeito de “dar errado” ao final é se a outra parte – a nossa – for infiel ao tal acordo.

A palavra fiel, no seu original, é um desdobramento da pequena palavra “fe”. Isso fica ainda mais evidente no idioma ingles, onde fé é FAITH e fiel é FAITHFULL (literalmente “cheio de fé”). 

Eis onde queremos chegar: se eu não for fiel à aliança, se eu não guardar com zelo a minha parte, estou, por assim dizer, desobrigando a Deus – a outra parte dessa mesma aliança – de entregar o que prometeu. Em outras (melhores) palavras: “sê fiel até à morte e eu te darei a coroa da vida“.

É essa fé, essa fidelidade, que Ele vai procurar quando vier: “Porventura quando vier, achará o Filho do Homem fé sobre a Terra?

Se você pensa estar debaixo desse concerto maravilhoso, certifique-se disso hoje, agora mesmo.

Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis“. II Pedro 1:10

Salmo 64 – Davi e as redes sociais

“Não há nada de novo debaixo do sol”, disse o sábio rei Salomão. E isso não era só no tempo dele, ainda hoje, apesar de tanta coisa tentar se apresentar como novidade, ainda assim são problemas requentados e soluções antigas, batendo à nossa porta.


Um deles é a tal da “rede social”. Em um de seus salmos, Davi, o poeta-profeta, declarou sentimentos e situações que parecem remetê-lo de sua época até à nossa, e colocá-lo à frente de um telefone celular. Ele diz:

Esconde-me do secreto conselho dos maus, e do tumulto dos que praticam a iniquidade. Que afiaram as suas línguas como espadas; e armaram por suas flechas palavras amargas, a fim de atirarem em lugar oculto ao que é íntegro; disparam sobre ele repentinamente, e não temem. Firmam-se em mau intento; falam de armar laços secretamente, e dizem: Quem os verá? Andam inquirindo malícias, inquirem tudo o que se pode inquirir; e ambos, o íntimo pensamento de cada um deles, e o coração, são profundos.
Salmos 64:2-6

O curioso é que por mais que nos tragam alguns benefícios, sem dúvida são as crises geradas e inflamadas dentro das redes é que ficam mais famosas, ganhando grande destaque.

O nome “rede” nos faz lembrar das armadilhas utilizadas por caçadores e pescadores e que, apesar de sua simplicidade, são deveras eficientes: funcionam se valendo do esforço da presa em se livrar delas – quanto mais se movimentam, mais emaranhadas ficam.

Mas antes de terminar este texto e acabar deixando a impressão de que as redes sociais são um total abismo cruel, lembremo-nos daqueles que procuram fazer bom uso – inclusive profissional – de tais recursos.

A estes quero lembrar o costume antigo, registrado mais de uma vez nas Sagradas Escrituras: o costume de LAVAR AS REDES. Os discípulos pescadores faziam isso a cada manhã e era uma manutenção essencial ao bom funcionamento daquilo que era a ferramenta de trabalho deles.

Mantenha suas redes limpas

Enchendo o Coração com a Palavra – João capítulo 21

Nesta série de postagens, chamada ENCHENDO O CORAÇÃO COM A PALAVRA, estamos fazendo a leitura do Evangelho de João, um capítulo por dia, com alguns breves comentários.

Os Evangelhos de Mateus, de Marcos e de Lucas e ainda o livro de Atos dos Apóstolos também estão disponíveis.

No capítulo 21 de João encontramos:
– Outras aparições de Jesus
– Pedro, tu me amas?
– Conclusão

Fundo musical: “Ele me Cerca de Amor“, composição de J.C.E. e brilhante interpretação do pianista NIELSEN NETO

Evangelho de João, capítulo 21

Ou escute o podcast de DoQuEstáCheiOCoração

Além do áudio do capítulo 21 do Evangelho de João, quero deixar a sugestão de leitura de uma postagem anterior aqui do blog:

“E vimos a Sua glória”

Enchendo o Coração com a Palavra – João capítulo 20

Nesta série de postagens, chamada ENCHENDO O CORAÇÃO COM A PALAVRA, estamos fazendo a leitura do Evangelho de João, um capítulo por dia, com alguns breves comentários.

Os Evangelhos de Mateus, de Marcos e de Lucas e ainda o livro de Atos dos Apóstolos também estão disponíveis.

No capítulo 20 de João encontramos:
– A ressurreição
– Jesus aparece a Maria Madalena
– Jesus aparece aos onze
– A incredulidade de Tomé

Fundo musical: “Ele me Cerca de Amor“, composição de J.C.E. e brilhante interpretação do pianista NIELSEN NETO

Evangelho de João, capítulo 20

Ou escute o podcast de DoQuEstáCheiOCoração

Além do áudio do capítulo 20 do Evangelho de João, quero deixar a sugestão de leitura de uma postagem anterior aqui do blog:

Dois futuros próximos