Com júbilo e ao som das trombetas

Trombetas

II Samuel 6:15 – “Assim subindo, levavam Davi e todo o Israel a arca do Senhor, com júbilo e ao som das trombetas.”

Assim subindo: Oferecendo sacrifícios a Deus, buscando ao Senhor, posição da Igreja neste momento profético. A cada 6 passos dos que levavam a arca, bois e carneiros cevados eram sacrificados. Recurso disponibilizado por Deus para cada vez que o nosso eu prevalecer realizando a obra do Senhor – (clamar pelo sacrifício do cordeiro eterno de Deus). Davi estava vestindo um éfode de linho, vestimenta do sacerdote, são as vestes talares de Jesus Glorificado;

Levavam Davi e todo o Israel: Igreja corpo de Cristo. O Rei está caminhando junto do povo, comunhão. Levavam a arca, presença do Deus triuno (Tábuas da lei, maná e a vara de Arão que florescera). Os escolhidos, separados, eleitos; estes levam a arca;

Com júbilo: Com alegria, pelas vitórias alcançadas, alegria da salvação, presença do Espírito Santo no meio do povo. Trindade representada pela arca, Davi e júbilo.

Ao som das trombetas: Representava o cântico de vitória do povo. O som era ouvido por todos, mas nem todos entendiam o som festivo. Nesta última hora, todo o mundo tem ouvido o som das trombetas, louvor, júbilo e cântico de vitória da igreja e presenciado os sinais da chegada do povo a Jerusalém.

Todos são convidados para participar dessa caminhada festiva, de experiências, cujo destino é a eternidade de Deus.

Amém!

(Sugestão do amigo Flávio Tinte – BH)

"Morra eu…"

No desfecho de sua história, Sansão aparece preso e exposto à humilhação num templo do deus filisteu Dagom.

Ali, apoiando-se nas duas colunas que sustinham a casa, Sansão faz uma oração que o Senhor atendeu prontamente. Ele pediu: MORRA EU…

Se Sansão tivesse entendido isso durante sua carreira – que ele deveria “morrer” para que o Senhor vivesse nele – teria alcançado muito mais vitórias do que aquelas que apenas pontuaram sua existência.

Muito possivelmente Paulo entendeu isso a partir da afirmação do Senhor Jesus: “quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á.” Mateus 16:25b

As duas colunas que Sansão, novamente e miraculosamente fortalecido, conseguiu derrubar e que sustentavam sua prisão tem correspondente em nossa luta pela santificação hoje.

Elas correspondem aos dois inimigos que só vencemos quando pedimos ao Senhor a mesma coisa: “morra eu”.

O primeiro é o adversário de nossa alma, o tentador. O segundo é a nossa carne, com suas fraquezas.

Esses dois pilares juntos sustentam o que a Bíblia chama de “mundo”, que quer nos prender e humilhar.

Por isso, se queremos que nossa vida espiritual seja marcada por mais do que algumas poucas experiências de vitória, devemos clamar como Sansão: MORRA EU!!

SE EU MORRO, TENHO UM DEUS VIVO. SE EU VIVO SÓ ME RESTA UMA RELIGIÃO.

“Eu protesto que cada dia morro…” I Cor. 15:31

“Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus.

Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis, com ele, em glória. Col. 3:3,4

Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus.
Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis, com ele, em glória.

Tem certeza de que quer ir para o céu?

A Bíblia nos ensina que existem apenas duas respostas à pergunta: ONDE PASSAREI A ETERNIDADE?

O ensino sobre Céu e Inferno está bem fundamentado nas Escrituras e descreve o primeiro como lugar de paz, segurança, alegria, saúde, amor e felicidade eternos, em oposição ao segundo, cuja descrição usa termos como “pranto e ranger de dentes”, “fogo que não se apaga e bicho que não morre”. Tudo isso para nos infundir o maior terror possível e servir de reforço para a nossa vontade de nos prepararmos para viver eternamente com o Senhor.

Mas será que amamos o céu? Ou apenas somos movidos em nossa caminhada espiritual pelo pavor de ir para o inferno?

Talvez o horror do inferno nos faça desanimar de pecar. Mas só o amor pela vida eterna ao lado de Jesus nos fará dar a nossa vida a Ele com alegria. E é isso que agrada ao Senhor, pois Deus ama ao que (se) dá com alegria.

Se conhecermos melhor ao Senhor Jesus, nós O amaremos mais. Ficaremos, então, muito mais felizes ao perceber que a descrição que João faz do Céu aponta para o Salvador.
Note bem:
João viu as portas da Nova Jerusalém. Quem é a Porta? Jesus.
João viu que os caminhos lá, na Nova Jerusalém são de ouro. Quem é o Caminho? Jesus.
João viu seus muros. Quem é o que nos protege? Ele mesmo, Jesus.

O CÉU É JESUS

E você, ama mesmo o Céu?

Candeia cheia eu quero sim – e reserva também

No Evangelho de Mateus, no capítulo 25, Jesus fala sobre as noivas que aguardavam a chegada do noivo. A semelhança entre elas era grande. Todas noivas, virgens, com vestes nupciais e candeia. A diferença parece pequena – a falta de uma reserva de azeite.

Porém, como a candeia é pequenina, sua luz precisava ser conservada com o abastecimento com mais óleo. Assim também é o nosso coração.

Alguns vivem uma experiência que lhes enche o coração. Uma cura, ou uma palavra, um culto “especial” ou dom espiritual. Por alguns instantes ficam cheios da graça do Senhor. Porém a noite espiritual continua avançando e é preciso manter a luz acesa, para nos identificarmos junto ao Noivo.

A minha e a sua experiência que tivemos ontem, caro amigo, não é suficiente para hoje. Precisamos de mais e mais contato com o Senhor, candeia – coração – com óleo – Espírito Santo. Abasteçamos nossas reservas com mais oração, mais dedicação, mais santificação. A santificação de ontem é a bênção de hoje. Mas precisamos nos preparar para que não falte a bênção de amanhã, santificando hoje.

É também para nós o solene aviso:

EIS O NOIVO, SAÍ-LHE AO ENCONTRO!

Oportunidades perdidas

Em Marcos 15:39 lemos:

E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus.

Aquele centurião é como muitos que estão presenciando, dentro da Igreja, o que Deus, o Espírito Santo, está falando. Assim como aquele homem testemunhou as últimas palavras de Deus, o Filho, antes que se silenciasse, muitos estão tendo a mesma oportunidade hoje.

O centurião viu quando Jesus falou a João, a Maria, ao ladrão na cruz, quando falou do perdão aos que não sabiam da gravidade de seus erros – Tudo isso se repete hoje, quando muitos estão se beneficiando das palavras que o Senhor fala no nosso meio.

Porém aquele homem perdeu a oportunidade de ouvir também para si uma palavra que lhe mudaria definitivamente a vida. Talvez por causa de seus compromissos com o mundo – isto é, o império romano – ou com seus próprios conceitos e opiniões.

Quando já o Salvador não lhe falaria mais é que ele deu conta e exclamou: ERA o Filho de Deus.

Dentro em pouco e o Espírito Santo não falará mais aqui na Terra. Concluirá Sua Obra e dirá também: Está consumado.

Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz…

Apoc. 2:7a

Toda casa tem dracmas – ou devia ter…

Quando fala da mulher que perdeu uma dracma na parábola contada em Lucas 15:8,9 Jesus deixa um ensino importante sobre a família.
Na verdade, quando Deus criou a família deu a ela um conjunto de valores que são a sua verdadeira riqueza.
Coisas como lealdade, confiança, amor, companheirismo, paciência, tolerância, disciplina, conselho… e outras tais.
Esses reais valores estão se perdendo em algumas casas e as pessoas não estão lhe dando o devido valor.
A dracma era uma moeda de pequeno valor comercial e, para alguns, talvez nem fizesse falta. Perde-se uma hoje, outra amanhã…
Mas aquela (sábia) mulher, ao primeiro sinal de perda tomou logo suas providências:

  • Acendeu a candeia – Não é de se espantar que em uma casa às escuras as coisas se perdessem. Se não houver em nossa casa a luz verdadeira que alumia o mundo, não há como se conservar seus reais valores. Acender a candeia é ter o coração cheio do Espírito Santo e a casa conduzida na orientação do Senhor, à luz dos dons espirituais.
  • Varre a casa – Mesmo as sujeiras mais finas, que entram pelas pequenas brechas, precisam ser retiradas. Enquanto resgatava seu valor perdido, aquela mulher purificava sua casa. Precisamos disso também em nossos lares.

Mas ninguém varre uma casa no escuro. Não dá certo. É preciso fazer essas coisas na mesma sequencia: Acender a candeia e, então, varrer a casa. Há pessoas que querem limpar sua vida antes de aceitar Jesus em sua casa. Mas é Ele quem lhe dará condição de limpar sua casa e sua família.
Depois disso a alegria dela transbordou para seus amigos e vizinhos.

Porque não fugir no sábado?

Concluindo o post anterior, em que vimos que há sentido espiritual no conselho de Jesus para que orássemos para que a nossa fuga – a saída da Igreja – não se dê no inverno, veremos agora porque não deve ser também num sábado.

Como dissemos anteriormente, o inverno é uma questão de localização no mundo. Se em algum lugar do mundo é pleno inverno, noutro será pleno verão. Assim também o sábado é relativo à nossa posição quanto ao mundo. Se hoje aqui é sábado, na China pode ainda ser sexta – ou talvez seja domingo.

Insisto em dizer que o sentido aqui é espiritual. Não queremos que o arrebatamento nos surpreenda em inverno espiritual (por isso devemos orar). Não queremos também que a volta de Jesus nos pegue descansando enquanto a Obra continua: O meu Pai trabalha até agora e Eu trabalho também – João 5:17.

Poderíamos alinhar aqui diversos textos sobre esse assunto, mas quero relembrar apenas mais um:

Levantai-vos e andai, porque não será aqui o vosso descanso – Miquéias 2:10

Eu posso dizer, cá comigo, que estou merecendo um descanso, um diazinho só. Só por hoje serei menos zeloso, menos fiel, menos disposto e não estarei à disposição do Senhor para a realização de Sua Obra. Posso assim fazer um “sábado” particular.

Mas terei certeza de que Jesus poderia voltar num dia assim e minha subida com Ele estaria garantida?

Mas como evitar também esse comodismo?

Orai, disse o Senhor Jesus. Precisamos orar e estar constantemente alinhados com o Plano do Senhor para nossa vida.

É isso.

Porque não fugir no inverno?

Prá não ser acusado de preguiça, vou escrever texto novo.

É sobre um conselho que o Senhor Jesus dá no chamado sermão profético, de Mateus 24:20 :

E orai para que a vossa fuga não aconteça no Inverno, nem no sábado;

É bom começar salientando o recorrente conselho bíblico: “ORAI”. Há crentes que esperam que a vida de oração seja resultado de algo espontâneo, num momento especial de visitação de Deus. Isso não encontra base nas Escrituras. É semelhante ao modo como a Palavra trata do amor a Deus e ao próximo, o verbo aparece, também, no imperativo. É uma ordem que devemos nos esforçar para atender.

Vejamos porque a fuga – a saída da Igreja deste mundo, o chamado ARREBATAMENTO – não pode acontecer no inverno. De fato, literalmente, fugir, sair ou correr num inverno como o de Israel, em que há temperaturas abaixo de zero e neve, é bem difícil mesmo.

Mas a mensagem de Jesus não era apenas para os cristãos de Israel. Ele, em Sua onisciência, sabia que o evangelho haveria de infundir a esperança de Sua volta em pessoas do mundo inteiro. Assim, mesmo se não fosse inverno em Israel, o seria em outra parte do mundo, o que privilegiaria um povo em detrimento de outro, coisa que o Justo Juiz jamais faria. Isso porque se estou no hemisfério norte em dezembro, será inverno para mim, mas se estiver no hemisfério sul, será verão. Assim é inverno prá mim dependendo da minha posição na terra. E aqui está o que precisamos saber, o sentido profético do conselho: Qual a minha posição no mundo? Estou próximo do Sol da Justiça – Jesus? Ou estou me distanciando dele, como fica a parte da Terra no inverno, inclinada para longe do sol?

Vale lembrar ainda que o inverno não chega de uma hora para outra. Existe até uma estação que prenuncia sua chegada, o outono, em que se percebe pequenas mudanças ao nosso redor, indicando o fim da estação quente. A frieza espiritual – esse era o problema em que Jesus estava tocando – chega no coração do crente aos p0ucos, gradativamente. E ainda que não possamos impedir a chegada do inverno na natureza, Jesus afirma que a oração é eficaz para deter o inverno espiritual e manter o coração aquecido com o calor do Espírito Santo, mesmo com as voltas que o mundo dá…

Talvez você que lê isso esteja vivendo seu “inverno” particular e não saiba como mudar isso. O conselho do amoroso Senhor é prá você também: Ore. Encontre refúgio e alento nos momentos de intimidade com o Senhor e ouça o Noivo de Cantares de Salomão, tipo de Jesus, dizer ao seu coração:

O meu amado fala e me diz: Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem.
Porque, eis que passou o Inverno. Cantares 2:10, 11a

Você é de confiança?

Certo dia falava com alguns irmãos a respeito da estrutura da igreja, cujas ligações consistem de um curioso material denominado “confiança”.

Paulo, ao escrever a Timóteo (I Tim 6:20a), aconselha-o a guardar o depósito que lhe fora confiado. Paulo se referia ao seu ministério e ao conhecimento do Projeto de Deus.

O que de mim ouviste, disse mais o apóstolo, “confia-o a homens fiéis” (II Tim 2:2), que por sua vez o transmitiriam a outros da confiança deles.

O Senhor Jesus conhece o coração dos homens. Diz a Palavra que Deus não confia em Seus servos e até em Seus anjos encontra falhas.

Mas Ele mesmo disse: tenho vos chamado amigos, pois tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer (Jo 15:15).

Assim o governo da Igreja é recebido como um “cargo de confiança” e repartido do mesmo modo, pelo que o exerce, entre os que prestam serviços nos diversos setores da casa do Senhor.

Confiança que às vezes se quebra, como acontece desde os dias de Judas Iscariotes, homem de confiança (até certo ponto) entre os doze.

Mas a estrutura é tão perfeita que, enquanto é de confiança, a pessoa permanece. Daí usarmos a expressão “eu estou exercendo função tal…”, nunca “eu sou isso ou aquilo…”.

O Senhor nos propõe confiarmos n’Ele. Poderíamos fazer a Ele proposta semelhante?

Dois futuros próximos

Antes de vir para o trabalho, estava lendo o profeta Isaías, no final do cap. 40 e início do 41, quando ele fala dos que “esperam no Senhor”. A Igreja viveu e viverá esperando n’Ele (Jó diz: ainda que Ele me mate, n’Ele esperarei).

Renovarão suas forças, diz o profeta. Existe aí uma referência profética ao arrebatamento da Igreja. Em Apoc. 8, depois do toque da quarta trombeta, lemos sobre uma águia voando no meio do céu, como se tivesse deixado lá para baixo toda a tribulação. É a Igreja fiel, arrebatada, lamentando sobre os que ficaram para trás.

Isso é o que diz o último verso do cap. 40. A primeira ressurreição, onde as forças serão renovadas.

O primeiro verso do cap. 41, logo depois, fala às ilhas e povos, chamados para o juízo, os quais terão também as forças renovadas (ressurreição – a segunda e terrível).

Bem-aventurado e santo o que tem parte na primeira ressurreição – Apoc. 20:6