Busque (no Senhor) ser uma pessoa melhor

Este é um conselho que dou a mim mesmo a cada dia, na esperança de que eu mesmo venha a crer todo dia e colocar isso em prática. Quero fazer a você que lê este texto a seguinte sugestão para que você se organize da seguinte maneira:

Podemos dividir nossa vida em três aspectos principais:
– ESPIRITUAL
– FAMILIAR
– MATERIAL

Podemos ainda subdividir cada um desses setores:
– ESPIRITUAL
      – pessoal, individual
      – congregacional, isto é, coletivamente
– FAMILIAR
      – casamento
      – paternidade
– MATERIAL
      – profissional
      – financeiro

Relacionamos assim 6 subdivisões que podem, por sua vez, cada uma, dar origem a uma lista de detalhamento de, pelo menos, 10 itens numa LISTA DE ORAÇÃO.

Prepare suas próprias listas, uma para cada dia, baseadas na sua realidade. Essas listas podem ser utilizadas para nortear sua busca diante de Deus por progresso, em cada uma das áreas da vida, uma por dia, por seis dias da semana, de segunda-feira a sábado.

Que tal experimentar por um mês, organizando assim (ou de alguma outra maneira) sua vida de oração em favor do próprio progresso? Separe 10 minutos, pelo menos, de seu dia (de preferência num mesmo horário) e coloque seus pedidos usando a lista de cada dia, diante de Deus, com confiança e esperança n’Ele, crendo que todo que pede, recebe.

Ah, e se você tem um cônjuge, lembre-se de tentar fazer isso junto com ele, o que aumenta a eficácia da oração, conforme Jesus afirmou em Mateus 18:19:

É tempo de orar

3 degraus para a resposta da oração

Escuta-meAnteontem eu ia apressado pela rua quando fui abordado por um conhecido, que já visitou nossa igreja, homem temente a Deus e de boa reputação na sociedade local. Ele sorriu pra mim e disse: “Mateus 15, leia lá. Veja a sabedoria daquela mulher”. Não era uma conversa que começava, era só aquilo que ele tinha pra me dizer. Eu prometi, com um sorriso, que leria, ele virou-se e foi embora. Continuei apressado, mas como não me lembrava exatamente a que mulher ele se referia, fiquei curioso até chegar em casa e conferir o texto bíblico.

Em todo o capítulo, a única mulher mencionada é a cananéia anônima, que tinha um sério problema com a saúde de sua filha. Fiquei remoendo essa história enquanto orava ao Senhor para que continuasse falando comigo.

Percebi que desde o momento em que ela decidiu buscar a ajuda do Senhor Jesus, passou por um processo, digamos, que teve as seguintes etapas, os seguintes degraus:

1 – JESUS NÃO LHE RESPONDEU DE PRONTO
Diz o texto que ela expôs sua necessidade, mencionou a profecia sobre a descendência de Davi, tudo direitinho. Jesus não lhe respondeu palavra. Nada. Silêncio absoluto. Talvez falasse com outros à sua volta, mas não com ela. Isso por si só já seria, talvez, motivo para desanimar, para desistir.

Muitas vezes acontece assim ainda hoje. Pedimos ao Senhor, crendo nas profecias, na Palavra do Senhor, temos uma razão justa, um pedido razoável e o apresentamos a Ele e… nada. Silêncio total. Muita gente pára por aí.
Tudo que Deus faz é bom, diz a Bíblia. E diz mais: todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus. Isso inclui o silêncio dEle também. Ele tem Suas razões. Tem sua própria maneira de tratar conosco e, frequentemente, está testando nossa perseverança, que é uma qualidade importantíssima na vida do cristão. Se não tivermos pelo menos uma pequena fé, não vamos passar desta etapa.

2 – AS PESSOAS COMEÇARAM A LHE OPOR RESISTÊNCIA
Certamente antes de ir a Jesus, os discípulos devem ter ralhado com ela, feito caras feias, murmurado contra seus clamores. Era também razão suficiente para a maioria de nós desistir. Às vezes até inconscientemente alguém vem dizer uma palavra que tem grande efeito desanimador, nos dando todos os argumentos que necessitaríamos para desistir de confiar em Deus para aquela situação.
Não que nos tornem totalmente descrentes, só nos levam a acreditar que AQUELE pedido específico Deus não vai atender. Se ela parasse de clamar ali, todos iriam compreender… Quem tem uma fé mediana pára por aqui.

3 – JESUS DIZ QUE ELA NÃO MERECIA A BÊNÇÃO
Esse é, talvez, o momento mais difícil para nós. É quando o Senhor nos mostra a verdade: somos INDIGNOS DA ATENÇÃO DE DEUS. Não merecemos a bênção. Simples assim. Jamais seremos, pelos nossos feitos e qualidades, merecedores da resposta de Deus.
Apesar de sabermos disso por ouvir mensagens e estudos com relação aos nossos pecados e à nossa condição diante de Deus, ouvir isso da boca do próprio Deus tem um impacto muito grande em nosso ego, em nossa auto-estima, como dizem.
Essa é a barreira final. A perseverança definirá o resultado. Segundo o texto, a mulher não saiu chorando, em desespero total, nem contestou a afirmação de Jesus, dizendo que não era uma pessoa assim tão má. Ela reconheceu seu estado e a verdade da afirmação de Jesus.
Mas INSISTIU EM PEDIR. Isso para o Senhor Jesus foi a prova de que ela tinha, não uma pequena fé ou uma fé mediana. Esse era o sinal de que em seu coração havia uma fé madura, uma grande fé.

Jó dizia: Ainda que Ele me mate, nEle esperarei.

Assim eu vi, como disse o “profeta da rua” que encontrei, a sabedoria daquela mulher. Que agora é nossa sabedoria também.

Coragem! Canaã é logo ali…

Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não pasmes, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares.

Josué 1:9

Nesta passagem lemos que Josué iria começar uma nova etapa da sua caminhada. Agora ele estaria à frente, mas o momento não era fácil porque, até ali, Moisés sempre estivera presente, a cada problema, a cada decisão. A cada momento ali estava o amigo, o companheiro, o mestre Moisés. Mas agora Josué se vê sozinho.

Como é difícil seguir quando sabemos que não teremos a companhia de alguém que até esse dia foi muito especial! O texto diz: não pasmes nem te espantes! Eu fico a imaginar como Josué estava: espantado, pasmado com o futuro, como seria agora?, estou sozinho! Josué congelou na margem do rio Jordão e não havia palavra humana que o animasse, mas neste momento o Deus dos deuses, o Deus de Moisés, se apresenta e fala com Josué: Não fui eu que te mandei? Não fui eu que te propus a terra prometida? Deus estava animando a Josué para seguir em frente e ele seguiu, pois ouviu a doce voz do Pai.

Hoje você pode estar parado com seu coração cheio de espantos, assustado, congelado por não saber como será, mas como o Senhor fez com Josué ele está fazendo conosco. Sabemos que Ele nos mandou, mas também sabemos que nos fez a mesma promessa que fez a Josué: “Estou convosco”. Deus te trouxe aqui para te fazer saber que neste momento Ele quer te animar para seguir em frente, seguir para terra prometida, pois Ele é conosco.

(texto que recebi pronto do amigo Lauro, de Niterói – RJ)

Com júbilo e ao som das trombetas

Trombetas

II Samuel 6:15 – “Assim subindo, levavam Davi e todo o Israel a arca do Senhor, com júbilo e ao som das trombetas.”

Assim subindo: Oferecendo sacrifícios a Deus, buscando ao Senhor, posição da Igreja neste momento profético. A cada 6 passos dos que levavam a arca, bois e carneiros cevados eram sacrificados. Recurso disponibilizado por Deus para cada vez que o nosso eu prevalecer realizando a obra do Senhor – (clamar pelo sacrifício do cordeiro eterno de Deus). Davi estava vestindo um éfode de linho, vestimenta do sacerdote, são as vestes talares de Jesus Glorificado;

Levavam Davi e todo o Israel: Igreja corpo de Cristo. O Rei está caminhando junto do povo, comunhão. Levavam a arca, presença do Deus triuno (Tábuas da lei, maná e a vara de Arão que florescera). Os escolhidos, separados, eleitos; estes levam a arca;

Com júbilo: Com alegria, pelas vitórias alcançadas, alegria da salvação, presença do Espírito Santo no meio do povo. Trindade representada pela arca, Davi e júbilo.

Ao som das trombetas: Representava o cântico de vitória do povo. O som era ouvido por todos, mas nem todos entendiam o som festivo. Nesta última hora, todo o mundo tem ouvido o som das trombetas, louvor, júbilo e cântico de vitória da igreja e presenciado os sinais da chegada do povo a Jerusalém.

Todos são convidados para participar dessa caminhada festiva, de experiências, cujo destino é a eternidade de Deus.

Amém!

(Sugestão do amigo Flávio Tinte – BH)

…fitando os olhos nele, disseram-lhe: olha para nós!

A geração atual carece de boas referências. Vivemos numa época em que o papel dos mocinhos foi assumido pelos bandidos. Recentemente abandonei uma websérie que estava acompanhando, que trata dos meandros da política americana do ponto de vista de um lobista. Fiz isso quando me dei conta de que estava torcendo pela personagem principal – um político mau-caráter. Ficava na expectativa para saber como ele iria se safar de mais um problema criado pelos seus próprios atos corruptos. E ele sempre escapava. Em dois filmes recentes da franquia Batman a personagem mais interessante era a do vilão. Pra onde isto está nos levando? Ou melhor: pra onde isso está levando a próxima geração de profissionais, pais de família, governantes, a sociedade como um todo? Será que isso é um fenômeno social espontâneo ou haverá um plano por trás desse rumo que as coisas estão tomando?

Bem, em vez de especular isso, prefiro, por hora, procurar fazer melhor a minha parte, aquilo que está ao meu alcance. SER uma boa referência para os que vem após mim. A começar pelos meus filhos.

Sou um sujeito de pouca paciência, reconheço. Muitas vezes isso toma uma dimensão ainda maior no trânsito – o que acontece com a maioria de nós. Ultimamente, porém, tenho mantido em mente que os meus filhos se espelharão em mim, inclusive nessa área. Assim, além de obedecer às regras de circulação, tenho procurado não esbravejar sozinho diante dos erros alheios, como fazia. Achei melhor aproveitar cada situação para mostrar, de modo didático, os maus hábitos de outros motoristas ao volante, e suas possíveis trágicas consequências.

Muitas vezes reconheço em minhas próprias atitudes, características do comportamento do meu falecido pai. Ora com pesar, ora com muito, muito orgulho. Espero que deixe ainda mais orgulho que pesar

Olha para nóspara o futuro de meus filhos. E que esse orgulho lhes sirva como fonte de inspiração, para que sejam “irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeçam como astros no mundo” (Filipenses 2:15)

Queixa recente no Procon

– Deixa, então, eu entender: Você comprou o campo porque achou nele um tesouro, certo?
– Isso mesmo, moço.
– E agora, porque achou erva daninha que brotou no terreno, não quer mais o campo, correto?
– Pois é… as pessoas passam e veem toda aquela praga que brotou… fico meio constrangido.
– Mas as pessoas não veem o tesouro, não é?
– Não, não senhor…
– E você sabia que o campo era um campo como outro qualquer, não sabia? Sujeito a pragas comuns, que talvez parte dele fosse charco, parte pedregosa…
– É, de fato…
– Mas ficou com ele, tendo vendido tudo o que tinha, por causa do tesouro, não foi?
– Nisso o senhor tem razão.
– E agora tá disposto a perder o tesouro por causa dos problemas do campo?
– Mas, entenda bem, é que… é…
– Será que uma boa limpeza no campo não vai resolver isso não? Pensa mais um pouquinho antes de desfazer seu contrato…

"Morra eu…"

No desfecho de sua história, Sansão aparece preso e exposto à humilhação num templo do deus filisteu Dagom.

Ali, apoiando-se nas duas colunas que sustinham a casa, Sansão faz uma oração que o Senhor atendeu prontamente. Ele pediu: MORRA EU…

Se Sansão tivesse entendido isso durante sua carreira – que ele deveria “morrer” para que o Senhor vivesse nele – teria alcançado muito mais vitórias do que aquelas que apenas pontuaram sua existência.

Muito possivelmente Paulo entendeu isso a partir da afirmação do Senhor Jesus: “quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á.” Mateus 16:25b

As duas colunas que Sansão, novamente e miraculosamente fortalecido, conseguiu derrubar e que sustentavam sua prisão tem correspondente em nossa luta pela santificação hoje.

Elas correspondem aos dois inimigos que só vencemos quando pedimos ao Senhor a mesma coisa: “morra eu”.

O primeiro é o adversário de nossa alma, o tentador. O segundo é a nossa carne, com suas fraquezas.

Esses dois pilares juntos sustentam o que a Bíblia chama de “mundo”, que quer nos prender e humilhar.

Por isso, se queremos que nossa vida espiritual seja marcada por mais do que algumas poucas experiências de vitória, devemos clamar como Sansão: MORRA EU!!

SE EU MORRO, TENHO UM DEUS VIVO. SE EU VIVO SÓ ME RESTA UMA RELIGIÃO.

“Eu protesto que cada dia morro…” I Cor. 15:31

“Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus.

Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis, com ele, em glória. Col. 3:3,4

Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus.
Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis, com ele, em glória.

Tem certeza de que quer ir para o céu?

A Bíblia nos ensina que existem apenas duas respostas à pergunta: ONDE PASSAREI A ETERNIDADE?

O ensino sobre Céu e Inferno está bem fundamentado nas Escrituras e descreve o primeiro como lugar de paz, segurança, alegria, saúde, amor e felicidade eternos, em oposição ao segundo, cuja descrição usa termos como “pranto e ranger de dentes”, “fogo que não se apaga e bicho que não morre”. Tudo isso para nos infundir o maior terror possível e servir de reforço para a nossa vontade de nos prepararmos para viver eternamente com o Senhor.

Mas será que amamos o céu? Ou apenas somos movidos em nossa caminhada espiritual pelo pavor de ir para o inferno?

Talvez o horror do inferno nos faça desanimar de pecar. Mas só o amor pela vida eterna ao lado de Jesus nos fará dar a nossa vida a Ele com alegria. E é isso que agrada ao Senhor, pois Deus ama ao que (se) dá com alegria.

Se conhecermos melhor ao Senhor Jesus, nós O amaremos mais. Ficaremos, então, muito mais felizes ao perceber que a descrição que João faz do Céu aponta para o Salvador.
Note bem:
João viu as portas da Nova Jerusalém. Quem é a Porta? Jesus.
João viu que os caminhos lá, na Nova Jerusalém são de ouro. Quem é o Caminho? Jesus.
João viu seus muros. Quem é o que nos protege? Ele mesmo, Jesus.

O CÉU É JESUS

E você, ama mesmo o Céu?

Candeia cheia eu quero sim – e reserva também

No Evangelho de Mateus, no capítulo 25, Jesus fala sobre as noivas que aguardavam a chegada do noivo. A semelhança entre elas era grande. Todas noivas, virgens, com vestes nupciais e candeia. A diferença parece pequena – a falta de uma reserva de azeite.

Porém, como a candeia é pequenina, sua luz precisava ser conservada com o abastecimento com mais óleo. Assim também é o nosso coração.

Alguns vivem uma experiência que lhes enche o coração. Uma cura, ou uma palavra, um culto “especial” ou dom espiritual. Por alguns instantes ficam cheios da graça do Senhor. Porém a noite espiritual continua avançando e é preciso manter a luz acesa, para nos identificarmos junto ao Noivo.

A minha e a sua experiência que tivemos ontem, caro amigo, não é suficiente para hoje. Precisamos de mais e mais contato com o Senhor, candeia – coração – com óleo – Espírito Santo. Abasteçamos nossas reservas com mais oração, mais dedicação, mais santificação. A santificação de ontem é a bênção de hoje. Mas precisamos nos preparar para que não falte a bênção de amanhã, santificando hoje.

É também para nós o solene aviso:

EIS O NOIVO, SAÍ-LHE AO ENCONTRO!

O pedido de Jacó

Vale a pena lermos o texto:

9 – Disse mais Jacó: Deus do meu pai, Abraão, e Deus do meu pai, Isaque, ó Senhor, que me disseste: Torna à tua terra, e à tua parentela, e far-te-ei bem;

10 – Menor sou eu que todas as beneficências e que toda a fidelidade que tiveste com o teu servo; porque com meu cajado passei este Jordão, e agora me tornei em dois bandos. Gen. 32:9,10

CONTEXTO

Jacó havia saído muitos anos antes da casa do pai, Isaque. Agora estava retornando para lá. Sua preocupação era o modo como o pai e – especialmente – o irmão mais velho o receberiam, por isso ele faz essa oração.

Podemos ver aqui a tipificação de nosso retorno à casa do Pai celestial, de onde o homem saiu há muito tempo atrás. Como seremos recebidos lá, na casa do Pai, na Eternidade? Essa é nossa preocupação agora.

Já temos recebido muitas bênçãos, mas ainda não chegamos à casa do Pai, por isso oramos e buscamos a bênção do Senhor também.

O PEDIDO DE JACÓ

  1. “Deus de meu pai Abraão” – O Deus de quem Jacó ouviu falar. Porém não presenciou as experiências de Abraão. Assim também nós temos notícias dos feitos de Deus no passado, mas não são elas que nos definem espiritualmente.
  2. “Deus de meu pai Isaque” – Jacó aqui se refere às experiências que ele testemunhou em sua casa, na vida de seu pai. Nós temos também presenciado experiências na vida de nossos irmãos e familiares.
  3. “Senhor” – Agora Jacó nos convence de que possuía sua própria experiência com Deus.
  4. “Tu que me disseste” – Assim como Jacó podemos dizer que temos ouvido a voz do Senhor, nos chamando para voltarmos à casa do Pai.
  5. “E far-te-ei bem” – O convite do Senhor ao homem segue acompanhado de uma promessa – o bem.
  6. “Menor sou eu que todas as beneficências e que toda a fidelidade que tiveste com o teu servo” – Jacó queria dizer que não estava à altura das bênçãos que havia recebido do Senhor – Era um servo devedor, como nós.
  7. “Com meu cajado passei este Jordão” – Ele se recorda do início da sua caminhada. Assimcomo ele, nós não tínhamos senão a direção do Espírito Santo.
  8. “agora me tornei em dois bandos” – Jacó havia acumulado tanta riqueza que precisou dividir em duas partes a sua caravana. Nós também temos sido muito abençoados em dois tipos de riqueza: provisão material e provisão espiritual.

Ele então pede que o Senhor lhe dê uma bênção quando encontrasse com seu irmão. Apesar das falhas de Esaú, ele foi o primogênito do pai Isaque e era agora o que gerenciava a casa.

Nesse aspecto Esaú nos lembra da pessoa do Senhor Jesus, que também é o Primogênito do Pai e por quem queremos ser bem recebidos ao chegar ao céu, a casa do Pai.

Deus ouviu a oração de Jacó e o primogênito do pai o recebeu com um abraço e uma palavra de paz. Assim também queremos ser recebidos pelo Senhor Jesus, em paz:

Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos do meu Pai, possui por herança o reino que vos está preparado, desde a fundação do mundo; Mateus 25:34