Fazei tudo quanto ele vos disser

Essa é uma das poucas frases ditas por Maria, mãe do Salvador, que a Bíblia registra. Podíamos fazer aqui um verdadeiro tratado sobre o modo como ela mesma desvia de si a atenção, direcionando-a ao Filho de Deus, o que por si só já nos seria bastante útil. Porém quero guiar você por outro caminho, também interessante neste trecho das Escrituras.

Depois da orientação que usei como título deste post, os serviçais daquele buffet galileu receberam ordens de Jesus – a saber, duas. Quantificar isso faz parte da curiosidade que aqui reside. Vou frisar aqui pra você se lembrar: ela disse: – Fazei tudo quanto ele vos disser.

A primeira ordem do Convidado foi: “enchei d’água essas talhas”. Essa etapa do processo que haveria de salvar a festa foi feita de modo discreto, talvez ali mesmo na cozinha ou nos fundos da casa, restrita apenas aos envolvidos diretamente na questão.

Aqui precisamos começar a associar esta história com a nossa história atual, se quisermos tirar bom proveito desse trecho da Palavra.

Faltou o vinho antes do esperado, antes do fim previsto para aquela festa. Na nossa vida não é diferente. Quanta coisa termina antes do esperado? Muitas vezes até abruptamente, inopinadamente – isto é, sem nos consultar – nos deixando atônitos e sem solução. Nessa história uma mulher – Maria – deu aos perplexos serventes um bom conselho.

Muitas vezes a Bíblia associa a figura da mulher com a Igreja. Uma Igreja que tem um relacionamento com Jesus, que tem liberdade para levar a Ele os problemas em oração. Sim, é o que quero dizer: Deus usa a Igreja para levar nossas necessidades pessoais diante do Senhor em orações e súplicas. Desprezar isso é um erro grave. Acreditar que se tem intimidade suficiente com Deus ao ponto de virar as costas para a Sua Igreja Amada é um erro cada vez mais comum entre os que se dizem cristãos.

Bem, retomando, a primeira ordem levou aqueles homens em aperto a uma iniciativa aparentemente inócua, em um lugar discreto. Se queremos ter uma alegria legítima – maior do que qualquer outra que experimentamos desde o início da nossa vida cristã – precisamos nos retirar discretamente e tomar uma providência muito importante: encher as talhas – que associaremos ao nosso coração – com a água da Palavra de Deus.

Mas não podemos parar por aí. Fazei, disse ela, TUDO QUANTO Ele vos disser.

A segunda ordem foi: Levai ao Mestre Sala. Agora deveriam cruzar o salão, à vista de todos, carregando aquelas vasilhas destinadas a conter água. Talvez muitos convidados zombassem deles, acreditando que eles estavam fora do juízo, ou que estavam tentando enganar os demais presentes, fingindo carregar algo precioso nas vasilhas.

Ir a público declarando nossa obediência ao Senhor Jesus é parte importante do milagre que Ele quer fazer em nós e através de nós. Levar consigo o peso da Palavra de Deus, sendo julgado como quem não sabe exatamente o que faz por pessoas que não O ouviram falar é necessário para a conclusão daquilo que o Mestre está fazendo em nosso meio.

É nisso que alguns tem falhado e, assim, não tem visto o milagre completo. Muitas vezes nosso orgulho e rebeldia nos impedem de fazer TUDO QUANTO Ele diz. Nem era tanta coisa assim ao final das contas. Especialmente quando veio o milagre, aquilo que eles REALMENTE não podiam fazer.

Nossa vida espiritual também tem uma parte que é privada, secreta e outra que é pública e notória.

A primeira é incompleta sem a segunda.

E a segunda é uma farsa sem a primeira.

Lembre-se: faça tudo quanto Ele te disser.

Salmo 61:2 – Leva-me para a Rocha que é mais alta do que eu

Ao nos criar, o Senhor Deus posicionou nossos olhos e nossa mente na parte mais alta do nosso corpo. Assim temos o ponto de vista mais privilegiado que nossa própria estatura consegue nos proporcionar.

Porém, como desde cedo a gente percebe, essa altura nem sempre é suficiente e precisamos de ajuda externa. Queremos enxergar mais alto e mais longe.

No salmo citado, o autor, Davi, reconhece que seu limite está à altura de sua mente, seu “eu”, e pede a Deus que o leve àquela Rocha que é – ele sabia disso – mais alta do que ele.

Eu e você temos consciência disso? De que a Rocha – figura frequente na Bíblia para apontar profeticamente a pessoa do Senhor Jesus – é mais alta do que o nosso Eu?

Temos consciência de que, se estivermos posicionados nessa Rocha, poderemos enxergar muito mais alto e mais longe, com clareza, podendo inclusive antecipar o movimento das tropas inimigas que se levantam contra nós?

Peçamos também isso ao nosso Deus: Leva-me, conduz a minha vida, para que eu enxergue as coisas do ponto de vista mais alto do que o meu próprio.

Além disso, estaremos seguros, abrigados nessa Rocha, protegidos e guardados n’Ele.

Salmo 63 – como te vi no santuário

O salmista queria ver novamente a fortaleza e a glória do Senhor que tinha visto no santuário.

No santuário, tudo aponta para as riquezas maravilhosas do amor e do poder de Deus, que excede a razão e não depende da lógica humana. Ali Deus se revelara a Davi e até hoje se revela aos que O buscam de todo seu coração.

Nosso desafio – era o de Davi também – ver tudo aquilo sobre o poder e o amor de Deus fora do santuário. No seu dia a dia, na prática cotidiana, nas coisas comuns, nos problemas desta vida, seu pedido era que pudesse ver fortaleza e glória “como tinha visto no santuário”.

Podemos – e precisamos – pedir a mesma coisa ao nosso Deus. Assim nossa “religiao” não ficará restrita ao ambiente da igreja, mas se estenderá e abrangerá toda a nossa existência. Davi precisava que Deus – acerca do qual ele aprendeu com seus pais e nas suas visitas à tenda onde estava a arca do concerto – se manifestasse ali, na guerra contra os filisteus e seu campeão, Golias.

De nada serviria, na prática, um Deus de longe, de dentro de tendas ou templos, se ali – onde Davi mais precisava – ele não pudesse contar com Ele.

Se sua vida espiritual, caro leitor, está restrita a um local de culto, ore como Davi: quero ver tua fortaleza e tua glória, como te vi no santuário.

Arrume suas gavetas

GavetasCerta vez eu estava com minha esposa e, de loja em loja procurava por um acessório que eu tinha visto, uma espécie de grade plástica que a gente coloca na gaveta e ela fica compartimentada pra separar meias e cintos, organizando as coisas por lá.

Depois de diversas lojas visitadas e da repetida pergunta “vocês tem organizador de gavetas?”, ela perdeu a paciência e me disse: VOCÊ É O ORGANIZADOR DA SUA GAVETA!

Depois de rirmos juntos, desisti da minha busca e fiquei pensando naquilo. EU sou o organizador das minhas gavetas. De todas elas. Sabia que eu não podia esperar por mais ninguém para arrumar certas caixas da minha vida. Em algumas delas só eu posso colocar as mãos.

Às vezes esperamos por isso, por alguém que, num piscar de olhos, coloque as nossas coisas em ordem. Não posso esperar que aconteça alguma coisa ou que chegue outra pessoa a quem eu possa entregar essa responsabilidade.

Muitas vezes procuramos a Igreja, depois de décadas de erros e confusões, querendo que as coisas se resolvam de um dia para o outro. Claro que, na presença do Senhor teremos condições de resolver certas situações impossíveis até, mas – não nos esqueçamos – são as NOSSAS gavetas, vamos por as mãos à obra e parar de procurar acessórios…

2 Tipos de pessoas com quem Jesus fala em Sua casa

No capítulo 2 de Marcos somos informados que Jesus estava em casa, em Cafarnaum. Ali aconteceu o episódio da cura do paralítico, trazido por quatro. Vemos em seguida que Jesus fala por duas vezes.

Na primeira vez o Mestre é movido pelos que criam nEle, ao ver a fé deles, falou sobre o maior problema do ser humano: Seus pecados. E mais, mostrou-se a solução para esse problema. Portanto primeiramente Jesus se dirige aos que creem nEle.

Na segunda vez que fala, o Senhor se dirige aos que não criam nEle, motivado pelo que via em seus pensamentos. A eles o Senhor mostra o sinal da cura do enfermo em questão. Ao contrário da fé, que precisou ser manifesta em ações, bastou a incredulidade incubada nos corações para provocar a repreensão de Jesus.

Daí a gente entende que:

  • A fé provoca a ação; a incredulidade provoca a estagnação.
  • Um milagre nem sempre é provocado pela fé, mas às vezes para provocar a fé.

De todo modo, o melhor lugar para se estar – mesmo se você for um incrédulo – é a casa de Jesus, pois Ele há de falar com você ali. Diz a Bíblia que, no final, TODOS se admiravam e glorificavam a Deus, dizendo: Nunca tal vimos.

Os dois cálices

Quando criança entendia que o Salvador me livraria do tentador. Apenas isso. Acreditava que era o tentador a quem eu devia temer, pois podia “lançar minha alma e meu corpo no inferno”. Assim eu o via como o governante daquele lugar tenebroso, espetando as pobres almas, com tridentes, em caldeirões enormes.

À medida que a leitura da Palavra foi me amadurecendo e fui provando alimento sólido além do leite, minha compreensão começou a exigir de mim que conciliasse, por exemplo, o texto que citei acima com outros como “resisti ao diabo e ele fugirá de vós”. E agora? Devia temer ou resistir ao inimigo?

Me deparei, então, com textos que falavam de algo muito, muito mais temível que o adversário das almas: a ira do Todo-Poderoso. “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens” Romanos 1:18. Em meio a essa descoberta terrível, me chamou a atenção uma figura usada algumas vezes no livro de Apocalipse, mas que também aparece isoladamente noutros livros da Sagrada Escritura. Veja em Apocalipse 14:10, 16:19, 19:15. Ali a Bíblia cita o cálice da ira de Deus. Lembrei-me então que o bondoso Salvador, enquanto agonizava pelas nossas culpas, pressentindo o sofrimento que cairia sobre Ele, entre gotas de sangue que suava, pedia: “Afasta de mim este cálice”. Então compreendi isso: Jesus tomou o cálice que era para mim e para você, o cálice da ira de Deus.

Já parou para pensar que não pode ter sido apenas pela dor individual que lhe seria infligida no castigo do madeiro a causa de tanta agonia que lhe sobrevinha? Basta lembrar que muitos de seus seguidores morreriam castigo igualmente cruel, em cruzes, em fogueiras e dilacerados por feras. E muitos destes iam de encontro ao seu suplício cantando louvores, para espanto e consternação de seus próprios algozes. Será que Ele, o Capitão da nossa salvação temeria tanto a cruz, ao ponto de pedir que fosse passada d’Ele? Não, meu amigo, sobre Ele pesava algo muito mais amargo que o sofrimento da cruz: O cálice da ira do Altíssimo.

É por isso que não há outro digno, por isso que não há outro nome pelo qual devamos ser salvos! Só Jesus tomou o nosso cálice até ao fim. E além disso nos ofereceu outro cálice: o que era d’Ele, de Filho amado. Na ceia Ele diz: “bebei dele todos”.

Davi, o poeta/profeta, entendeu isso, ainda que parcialmente, quando afirma que só o seu Bom Pastor poderia preparar uma mesa perante ele em que seu cálice (de bênção) transborda.

OS DOIS CÁLICESJESUS MORREU A MORTE, O CASTIGO DE TODOS OS HOMENS, PARA VIVERMOS A SUA VIDA

A descoberta de Isaque

CordeiroSeria mais um culto na vida religiosa do jovem rapaz. A certa altura da viagem ele se tocou que algo estava faltando, algo saía um pouco da rotina, do ritual adotado por seu pai Abraão. Apesar da emblemática resposta do ancião, não foi algo que chegou a perturbar o moço, que continuou a viagem sem imaginar o que lhe esperava.
Foi somente quando estava amarrado sobre o altar é que deve ter compreendido O QUANTO fazia falta o cordeiro…

Podemos ver em Abraão uma figura da lei, que nos acusa, nos prende à condenação (justa e merecida, diga-se). Abraão estava obedecendo a uma determinação de Deus, que tão somente havia orientado a morte de Isaque. Assim também é a lei: ninguém será salvo por ela, mas a muitos condenará e executará. Até ao momento em que o cordeiro aparece, a graça permanecia desconhecida para Abraão e sua família. Assim também, como explica o apóstolo João em seu evangelho, “a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo”.

Naquele dia Isaque iria compreender a importância da intervenção de Deus na sua história. Se Deus não interviesse, ninguém poderia salvá-lo, nem mesmo quem mais o amava, seu pai.

Muitos seguem suas tradições religiosas sem saber qual o significado de seus elementos, qual o sentido de seus rituais, afinal o que importa é ter uma religião, qualquer uma.

Mas chega um dia em que somos confrontados à realidade: Somos maus e nada pode nos salvar de nossa condenação, mesmo que sejamos pessoas tão respeitáveis como aquele jovem. Estamos atados e não há como reagir e nos salvarmos a nós mesmos.

Ali a graça de Deus se manifestou. Deus é sobremodo exigente em Sua justiça. Somente o que Ele mesmo providencia para Si é que pode satisfazê-lo.

Se o Cordeiro não for providenciado por Deus para morrer em seu lugar – veja bem: não é morrer por todos, de modo genérico, mas por você, de modo específico – VOCÊ ESTARÁ PERDIDO.

Sem que Jesus se revele, como o Cordeiro de Deus que tira o pecado (especialmente o seu), o fim de seu culto será morte. Por mais que você tenha se dedicado ou esforçado.

Isaque certamente voltou pra casa com uma nova mentalidade a respeito de sua própria vida espiritual, compreendendo o grande amor de Deus e a disposição d’Ele em salvá-lo, especialmente quando ele já não podia fazer nada para agradar a Deus, condenado, preso, inerte, com a morte certa pela frente.

Se você, caro leitor, não percebeu no seu próprio ritual religioso o AMOR de Deus revelado a você na morte do Cordeiro inocente, que Ele mesmo providenciou, ainda deve achar os cultos monótonos, repetitivos, sem sentido até.

Olhe em volta, atente para os detalhes de seu ambiente espiritual. Se não é possível perceber o Cordeiro vivo por perto, você ainda estará preso à condenação e o cutelo da lei cairá sobre seu pescoço a qualquer momento.

Pecado: uma doença da alma

Apesar de falar muitas vezes nos evangelhos sobre enfermidades que Jesus curou, a passagem da mulher paralítica traz uma informação bastante peculiar: aquela era uma doença de fundo maligno, causada por uma opressão. Não quero entrar em detalhes Pecado: uma doença da almasobre isso aqui, agora. Mas a história nos servirá para tratar de outra doença de fundo espiritual, como diz o título desta pequena postagem.

É uma doença que:

  • Encurva o homem – o pecado obriga o ser humano a olhar para o chão, para as coisas terrenas;
  • Limita seu campo visual, impedindo-o de ver ao longe (o futuro glorioso que Deus preparou para nós);
  • Impede-o também de olhar para cima (para as coisas do Senhor);
  • Não deixa a pessoa endireitar-se, de modo algum – muitos tentam colocar sua vida em ordem, mas essa doença não permite isso.

Jesus viu a mulher, antes que a mulher pudesse vê-Lo. Ainda hoje é assim. Ele nos conheceu e soube de todas as nossas limitações.

Em seguida chamou-a para perto de Si – Seu chamado é para seguirmos para junto d’Ele. Muitas vezes são as situações que nos levam a entrar em contato com a igreja e com a Palavra do Senhor.

Mas Ele ainda iria fazer mais…

Diz a ela: estás livre da tua enfermidade! Bastava isso, sua ordem, Sua Palavra tem poder para operar tão grande transformação em nós.

Talvez ela, por não enxergar nada além do chão, não tenha crido imediatamente que era mesmo com ela que o Mestre falava. Por isso Jesus tocou nela. O toque de Jesus afugenta toda incerteza, toda dúvida.

Após se levantar, ver antes de tudo o rosto do meigo Salvador, ela faz o que nos restou fazer também depois do que fez por nós: Glorificar a Deus, Aleluia!

"Morra eu…"

No desfecho de sua história, Sansão aparece preso e exposto à humilhação num templo do deus filisteu Dagom.

Ali, apoiando-se nas duas colunas que sustinham a casa, Sansão faz uma oração que o Senhor atendeu prontamente. Ele pediu: MORRA EU…

Se Sansão tivesse entendido isso durante sua carreira – que ele deveria “morrer” para que o Senhor vivesse nele – teria alcançado muito mais vitórias do que aquelas que apenas pontuaram sua existência.

Muito possivelmente Paulo entendeu isso a partir da afirmação do Senhor Jesus: “quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á.” Mateus 16:25b

As duas colunas que Sansão, novamente e miraculosamente fortalecido, conseguiu derrubar e que sustentavam sua prisão tem correspondente em nossa luta pela santificação hoje.

Elas correspondem aos dois inimigos que só vencemos quando pedimos ao Senhor a mesma coisa: “morra eu”.

O primeiro é o adversário de nossa alma, o tentador. O segundo é a nossa carne, com suas fraquezas.

Esses dois pilares juntos sustentam o que a Bíblia chama de “mundo”, que quer nos prender e humilhar.

Por isso, se queremos que nossa vida espiritual seja marcada por mais do que algumas poucas experiências de vitória, devemos clamar como Sansão: MORRA EU!!

SE EU MORRO, TENHO UM DEUS VIVO. SE EU VIVO SÓ ME RESTA UMA RELIGIÃO.

“Eu protesto que cada dia morro…” I Cor. 15:31

“Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus.

Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis, com ele, em glória. Col. 3:3,4

Porque já estais mortos, e a vossa vida está escondida com Cristo, em Deus.
Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis, com ele, em glória.

Tem certeza de que quer ir para o céu?

A Bíblia nos ensina que existem apenas duas respostas à pergunta: ONDE PASSAREI A ETERNIDADE?

O ensino sobre Céu e Inferno está bem fundamentado nas Escrituras e descreve o primeiro como lugar de paz, segurança, alegria, saúde, amor e felicidade eternos, em oposição ao segundo, cuja descrição usa termos como “pranto e ranger de dentes”, “fogo que não se apaga e bicho que não morre”. Tudo isso para nos infundir o maior terror possível e servir de reforço para a nossa vontade de nos prepararmos para viver eternamente com o Senhor.

Mas será que amamos o céu? Ou apenas somos movidos em nossa caminhada espiritual pelo pavor de ir para o inferno?

Talvez o horror do inferno nos faça desanimar de pecar. Mas só o amor pela vida eterna ao lado de Jesus nos fará dar a nossa vida a Ele com alegria. E é isso que agrada ao Senhor, pois Deus ama ao que (se) dá com alegria.

Se conhecermos melhor ao Senhor Jesus, nós O amaremos mais. Ficaremos, então, muito mais felizes ao perceber que a descrição que João faz do Céu aponta para o Salvador.
Note bem:
João viu as portas da Nova Jerusalém. Quem é a Porta? Jesus.
João viu que os caminhos lá, na Nova Jerusalém são de ouro. Quem é o Caminho? Jesus.
João viu seus muros. Quem é o que nos protege? Ele mesmo, Jesus.

O CÉU É JESUS

E você, ama mesmo o Céu?