Os tempos de refrigério

Placas de Transito do Brasil

Em Atos 3:19 lemos:

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor”

Segundo o apóstolo Pedro, que pregava a muitos dos que presenciaram, anteriormente, a crucificação do Salvador, duas medidas deviam ser tomadas por todos os ouvintes:

1 – O arrependimento
Segundo a definição do dicionário de Aurélio, arrepender é “Lamentar ou ter pena por alguma coisa feita ou dita ou não feita ou não dita”. Alguém certa vez definiu que se arrepender é se sentir como se, estando outra vez na mesma situação, não tornasse a fazer (ou a deixar de fazer) o que fez.

2 – A conversão
Converter é fazer uma mudança de direção. No nosso caso, é deixar de ir na direção da perdição, a Eternidade sem Deus, e caminhar rumo à Eternidade com Deus.

Pedro afirma que essas duas condições são necessárias para que venham “os tempos de refrigério pela presença do Senhor”. É a presença do Senhor que traz o refrigério.

Muito bem, mas como conciliar isso com a afirmação de Jesus de que teríamos neste mundo aflições?
É bem simples. Não somos aflitos o tempo todo. Nem temos refrigério em todo o tempo. Cada aflição cumpre seu propósito (afinal, até elas colaboram para o bem dos que amam a Deus). E é seguida por um tempo de refrigério.

Tudo isso vai se suceder até que, conforme Pedro diz, no verso 21, cheguem os tempos da restauração de tudo. Maranata!