Pedro e o peixe que pagou sua dívida

Maurílio Matheus me mandou isto:

Na ocasião em que Pedro foi questionado sobre se seu Mestre pagava tributos (Mat. 17:24) podemos entender que:

  • Pedro tinha um tributo a pagar – isso remete à nossa condição de devedores, como ele.
  • Não temos com que pagar: Salmo 49:8
  • O conselho de Jesus: Pedro deveria ir ao mar e pegar um único peixe.
  • Entre tantos “peixes”, somente um trazia consigo (dentro de si) o valor do resgate (Moeda de prata – salvação)

Era simples mas exigia fé: crer que o único peixe continha dentro de si o valor necessário à salvação. O evangelho é simples, mas é para aqueles que crêem.

O peixe tirado do mar que continha dentro de si o valor da redenção – Tipo do Senhor Jesus que se igualou ao homem pecador para resgatá-lo

Porém seria necessário que o peixe fosse morto para que o tributo fosse pago – A morte vicária e substitutiva do Senhor Jesus.

A redenção estava dentro do peixe à assim como a vida eterna está dentro de Jesus (E o testemunho é este: Que Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. IJo 5:11-12).

Ótimo isso, não?

E outra caiu entre espinhos…

“…e os espinhos cresceram, e sufocaram-na”

Se, da mesma maneira com que poderíamos tratar a terra solada ao pé do caminho, cuidarmos para que o novo convertido lance de seu coração os “cuidados do mundo e a sedução das riquezas”, essa terra também permitirá à semente um desenvolvimento saudável.

Assim vemos que a parábola do semeador pode muito nos servir para despertar no coração da igreja a certeza de que vale a pena o esforço empreendido junto aos novos.

Se não for assim, dos visitantes restarão apenas os que já vierem para a igreja com o coração preparado. São aqueles que se firmam, a despeito de nossas muitas falhas ao assistirmos a sua vida. Imaginamos que crescem por si só, afinal são eles os beneficiados mesmo…

Se nos lançarmos a este trabalho de cooperar com o semeador, muito possivelmente a proporção entre a semente lançada diariamente e os frutos colhidos será outra.